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quarta-feira, 13 de março de 2013

Ceará inicia transplante alogênico de medula em 2014

Das 73 pessoas que se submeteram a transplante de medula óssea no Ceará, desde setembro de 2008, 70 estão vivas. Esse resultado positivo apresentado pelo Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), que realiza o transplante autólogo em parceria com o Hospital Universitário Walter Cantídio, foi fundamental para a aprovação pelo Ministério da Saúde do projeto para habilitação de transplante alogênico, no valor de R$ 1,4 milhão. O recurso será utilizado na obra de ampliação unidade de transplantes de medula óssea do Hospital Universitário, que passará dos atuais quatro leitos para oito. A obra, a ser iniciada, levará seis meses e, segundo previsão do chefe da equipe médica de transplante do Hemoce, Fernando Barroso, o primeiro transplante alogênico do Ceará deverá ser realizado no início de 2014. O Hospital Albert Einstein, de São Paulo, será parceiro do Hemoce, como unidade de suporte para contra-referência. O Ceará será o quarto estado nordestino a realizar transplante alogênico, depois de Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte.

Até lá, as pessoas que precisam receber medula óssea de um doador podem recorrer ao Tratamento Fora de Domicílio (TFD), que no Estado já atendeu 183 pessoas para transplante de medula e mantém 168 pacientes em tratamento. - 12 estão sem contato e três morreram. O TFD é um benefício definido por portaria do Ministério da Saúde, que tem por objetivo fornecer auxílio a pacientes atendidos pela rede pública ou conveniados do Sistema Único de Saúde (SUS) em serviços assistenciais de outro município ou estado, desde que esgotadas na rede pública e conveniada ao SUS todas as formas de tratamento de saúde na localidade em que o paciente reside.  Para a realização de transplante de medula óssea, o TFD fornece passagens de ida e volta para o paciente, acompanhante e doador, além de ajuda de custo no valor de um salário mínimo. Se o paciente for criança, o pai e a mãe podem viajar como acompanhantes. Podem ser realizadas quantas viagens forem necessárias durante o tratamento.

Para a realização de Tratamento Fora de Domicílio, o próprio médico da unidade que assiste o paciente faz o contato com o centro transplantador onde será realizada a cirurgia. No Ceará, o contato é feito pelo Hemoce, Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS), todos da rede da Secretaria da Saúde do Estado, e, ainda, o Hospital Universitário, do governo federal. A autorização é dada pela Secretaria da Saúde do Estado. Pacientes do Ceará realizam transplante alogênico de medula óssea em centros transplantadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. Caso a solicitação de TFD sejá feita por médico particular, o caso a avaliado por junta médica, geralmente no HGF, que confirma a indicação. A medula óssea é um líquido que fica armazenado dentro de alguns ossos do corpo e que tem como função produzir as células do sangue.

O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante autólogo é aquele em que o paciente recebe células sadias da própria medula. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical. No Hemoce, o Banco de Sangue Umbilical e Placentário do Ceará, o único em toda a região Nordeste, está com 60 amostras preservadas, com disponibilidade para transplante de 90%, bem acima da média nacional, que é de 50%.

Ana Cecília
O Governo do Estado do Ceará, através de Secretaria da Saúde, reservou orçamento desde sexta-feira (08), para o transplante da menina Ana Cecília, conforme previsão de custos feita pelo hospital da rede particular, Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no valor de R$ 500 mil. A equipe médica informou à Secretaria da Saúde do Ceará que após uma nova bateria de exames não há indicação de transplante nesse momento em virtude da situação de saúde da criança. Os recursos serão depositados na conta do hospital conforme definição da  equipe médica sobre a realização do transplante.

Na rotina dezenas de pacientes realizam transplante de medula óssea fora do Ceará, em hospitais da rede pública, com acompanhamento da Secretaria da Saúde do Estado e recursos do SUS. No caso da menina, a família optou por um hospital particular.

Assessoria de Comunicação da Sesa

terça-feira, 12 de março de 2013

Banco de Leite do Hospital Albert Sabin precisa de doações

O Banco de Leite do Hospital Infantil Albert Sabin está precisando de doações para atender ao aumento da demanda diária, que passou de 2,5 litros para quatro litros diários. O Albert Sabin tem atualmente 20 bebês prematuros, de baixo peso, internados na UTI neonatal que precisam de leite humano para sobreviver. O estoque atual é suficiente para apenas cinco dias. O Banco de Leite do HIAS conta com 25 doadoras voluntárias, quando precisaria de, no mínimo, 50 doadoras para funcionar com uma margem de segurança.

Além de realizar a coleta, o processamento, o fracionamento e a distribuição do leite humano doado, o Banco de Leite ainda promove e incentiva o aleitamento materno. Pelo telefone 0800.280.4169, ligação gratuita, as mães interessadas em doar recebem orientações sobre a retirada do leite e os cuidados com o acondicionamento. Para estocar, podem ser utilizados vidros de maionese ou café solúvel esterilizados. O leite deve ser conservado no congelador por até 10 dias. A coleta do leite doado é feita gratuitamente em domicílio.

Dados da Secretaria da Saúde do Estado mostram que o leite materno traz saúde e vida para as crianças. Na proporção em que o índice de aleitamento aumenta, a mortalidade infantil é reduzida. No Estado, chega a 71,14% o percentual de bebês acompanhados pelas equipes do Programa Saúde da Família (PSF) que são alimentados até quatro meses de vida somente com o leite materno. A Taxa de Mortalidade Infantil, que era de 32 por mil nascidos vivos no ano de 1997, ano em que o índice de aleitamento era menor, de 47%, foi reduzida para 13,1 em 2011. Segundo estudos do IBGE, o Ceará foi o Estado que mais diminuiu a mortalidade infantil no país.

Na amamentação, os bebês recebem os anticorpos da mãe para proteção contra infecções, principalmente diarreia e pneumonia. O leite materno diminui ainda alergias e obesidade. A amamentar também é importante para a saúde da mulher. O sangramento após o parto é menor assim como os riscos de desenvolver anemia. A mulher também corre menos riscos de câncer de mama, ovário, e ainda de diabetes e infarto. Além da mulher, toda a rede familiar pode apoiar a amamentação.
Assessoria de Comunicação da Sesa

quarta-feira, 6 de março de 2013

Campanha de vacinação contra gripe será de 15 a 26 de abril

A 15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, a gripe comum, será realizada de 15 a 26 de abril, com o dia de mobilização nacional (Dia D) em 20 de abril. Em todo o país, o público alvo da campanha é de aproximadamente 39,2 milhões de pessoas. No Ceará, a meta é vacinar 80% da população de 1.567.976 pessoas. São 192.914 crianças de seis meses a menores de 2 anos, 121.978 trabalhadores de saúde, 96.457 gestantes, 15.856 puérperas até 45 dias após o parto, 21.915 indígenas, 924.727 idosos a partir de 60 anos, 178.930 portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, como obesidade e transplantados, e 15.200 presidiários. O Estado receberá 1.716.940 doses da vacina.

É estimado o funcionamento de 65 mil postos de vacinação em todo o país, com o envolvimento de 240 mil pessoas e a utilização de 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais. No Ceará, a Secretaria da Saúde do Estado está acertando com os municípios o plano operacional da campanha de vacinação contra a gripe. Na campanha do ano passado, no Dia D, foram mobilizados em todo o Ceará 27.080 pessoas e 2.002 veículos. Funcionaram 1.693 postos fixos de vacinação, que incluíram unidades de saúde com sala de vacina, instituições de idosos e hospitais, e, ainda, 7.320 postos volantes. O Ministério da Saúde destinará ao Estado 1.716.940 doses da vacina.

A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de elevada transmissibilidade e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém contaminadas por secreções respiratórias podem levar o agente infeccioso direto à boca, aos olhos e ao nariz.

Os sintomas, muitas vezes, são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores, com congestão nasal, tosse, rouquidão, febre variável, mal-estar, mialgia e cefaléia. A maioria das pessoas infectadas se recupera dentro de uma a duas semanas sem a necessidade de tratamento médico. No entanto, nas crianças muito pequenas, idosos e portadores de quadros clínicos especiais, a infecção pode levar à formas clinicamente graves, pneumonia e morte.

Os casos graves da doença evoluem para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) levando até mesmo ao óbito. Essas complicações são bem mais comuns entre menores de 2 anos, idosos, gestantes e pessoas com história de patologias crônicas, podendo elevar as taxas de morbimortalidade nestes grupos específicos.

O Comitê Consultivo em Práticas de Imunizações (ACIP), do Centro de Controle de Doenças (CDC), assim como o Comitê Técnico Assessor em Imunizações (CTAI), do Ministério da Saúde, e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) recomendam a vacinação de rotina contra a influenza para todas as mulheres gestantes durante o inverno. Durante a epidemia da influenza sazonal, pandemias anteriores e a pandemia pela influenza A (H1N1) 2009, a gravidez colocou as mulheres saudáveis em risco aumentado, sendo as gestantes consideradas de alto risco para a morbidade e a mortalidade, reforçando a necessidade da vacinação.

Estudos têm demonstrado que as puérperas apresentam risco semelhante ou maior que as gestantes de ter complicações em decorrência da influenza durante a gestação ou no período do puerpério. Neste sentido, puérperas, no período até 45 dias após o parto, serão incluídas no grupo alvo de vacinação.

GRUPOS PRIORITÁRIOS

- Crianças de seis meses a menores de dois anos: deverão receber a vacina contra influenza. Todas as crianças que receberam uma ou duas doses da vacina da influenza sazonal, devem receber apenas 1 dose em 2013. Também deve ser considerado o esquema de duas doses para as crianças menores de 9 anos que serão vacinadas pela primeira vez, devendo-se agendar a segunda dose para 30 dias após a 1ª dose. Todas as crianças de 6 meses a menor de 9 anos que receberam uma ou duas doses da vacina contra a influenza sazonal em 2012, devem receber apenas 1 dose em 2013.

- Gestantes: deverão receber a vacina influenza todas as gestantes em qualquer idade gestacional. Para o planejamento da ação, torna-se oportuno a identificação, localização e o encaminhamento dessas, para a vacinação nas áreas adstritas sob responsabilidade de cada serviço de saúde dos municípios. Para este grupo não haverá exigência quanto à comprovação da situação gestacional, sendo suficiente para a vacinação que a própria mulher afirme o seu estado de gravidez. A vacinação de gestantes contra a influenza é segura em qualquer idade gestacional. A experiência pós-comercialização com a vacina influenza sazonal inativada e com a vacina influenza pandêmica (H1N1) 2009 inativada, no Brasil e em outros países, não identificou qualquer risco associado ao uso da vacina em gestantes.

- Puérperas: mulheres no período até 45 dias após o parto, serão incluídas no grupo alvo de vacinação. Para isso, deverão apresentar qualquer documento, durante o período de vacinação (certidão de nascimento, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto, entre outros).

- Trabalhador de Saúde: eleito para vacinação é aquele que exerce atividades de promoção e assistência à saúde, atuando na recepção, no atendimento, na investigação de casos de infecções respiratórias, nos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis de complexidade, cuja ausência compromete o funcionamento desses. Como exemplo: o trabalhador que atua na atenção básica /estratégia saúde da família e os agentes de endemias, pronto atendimento, ambulatórios e leitos em clínica médica, pediatria, obstetrícia, pneumologia de hospitais de emergência e de referência para a influenza e unidades de terapia intensiva. Assim, trabalhadores de saúde que exercem suas atividades em unidades que fazem atendimento para a influenza, bem como recepcionistas, pessoal de limpeza, seguranças, motoristas de ambulâncias, dessas unidades equipes de laboratório responsáveis pelos diagnósticos, profissionais que atuam na vigilância epidemiológica, e os que atuam no controle sanitário de viajantes nos postos de entrada dos portos, aeroportos e fronteiras deverão ser vacinados.

- Povos indígenas: a vacinação será indiscriminada para a toda população indígena, a partir dos seis meses de idade. A programação de rotina é articulada entre o Programa Nacional de Imunizações (PNI) e a Secretaria de Atenção a Saúde Indígena (SESAI).

- Indivíduos com 60 anos ou mais de idade deverão receber a vacina Influenza.

População privada de liberdade: o planejamento e operacionalização da vacinação nos estabelecimentos penais deverão ser articulados com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e Secretarias Estaduais de Justiça.

- Pessoas portadoras de doenças crônicas: a vacinação contra influenza tem contribuído na redução das complicações e da mortalidade em indivíduos portadores de doenças crônicas e outras condições especiais deverão ser incluídas na campanha de vacinação de 2013 (veja quadro). A vacinação deste grupo passa a ser realizada em todos os postos de vacinação e não apenas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). No entanto, mantém-se a necessidade de prescrição médica, que deverá ser apresentada no ato da vacinação.

Pacientes já cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS), devem se dirigir aos postos que estão cadastrados para receberem a vacina. Caso no local de atendimento onde são atendidos regularmente não tenha um posto de vacinação, devem buscar a prescrição médica na próxima consulta que estiver agendada, visando garantir esse documento com antecedência, para evitar filas no período da vacinação.

Pacientes que são atendidos na rede privada ou conveniada, também devem buscar a prescrição médica com antecedência, junto ao seu médico assistente, devendo apresentá-la nos postos de vacinação durante a realização da campanha de 2013.


Categorias de risco clínico com indicação da vacina influenza sazonal
 
Categoria de risco clínico Indicações
Doença respiratória crônica - Asma em uso de corticóides inalatório ou sistêmico (moderada ou grave);
- DPOC
- Bronquioectasia
- Fibrose cística
- Doenças intersticiais do pulmão
- Displasia broncopulmonar
- Hipertensão arterial pulmonar
- Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade
Doença cardíaca crônica - Doença cardíaca congênita
- Hipertensão arterial sistêmica com comorbidade
- Doença cardíaca isquêmica
- Insuficiência cardíaca
Doença renal crônica - Doença renal nos estágios 3,4 e 5
- Síndrome nefrótica
- Paciente em diálise
Doença hepática crônica - Atresia biliar
- Hepatites crônicas
- Cirrose
Doença neurológica crônica - Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica
- Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares
- Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular
- Deficiência neurológica grave
Diabetes - Diabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos
Imunossupressão - Imunodeficiência congênita ou adquirida
- Imunossupressão por doenças ou medicamentos
Obesos Obesidade grau III
Transplantados - Órgãos sólidos
- Medula óssea

Assessoria de Comunicação da Sesa

sexta-feira, 1 de março de 2013

Começa agendamento de exames para cirurgias eletivas no HRN

O agendamento de exames radiológicos, como ultrassonografia, broncoscopia, colonoscopia, endoscopia, raio-x, e ainda exames laboratoriais para marcação de cirurgias eletivas, começa nesta quinta-feira, 28, no Hospital Regional Norte, construído pelo governo do Estado em Sobral, Avenida Jonh Sanford, bairro Junco, para atender a população dos 55 municípios da macrorregião Norte do Ceará. Nos agendamentos, feitos através da Central de Regulação do Estado, são priorizados os casos de pacientes que aguardam há mais tempo a realização dos exames. Nesta quarta-feira, 27, há 187 pessoas cadastradas na Central de Regulação esperando por colonoscopia - exame endoscópico do intestino grosso, e 478 por endoscopia. No próximo dia 18, começa o atendimento no ambulatório de cirurgia geral. Nessa etapa do cronograma de funcionamento, os pacientes já agendados a partir desta quinta-feira, 28, começam a ser operados no centro cirúrgico do hospital dia, que fica no mesmo bloco do Centro de Imagens, além de outros procedimentos que serão realizados em pacientes encaminhados pelos municípios da macrorregião até o dia 18.

CRONOGRAMA COMPLETO DE FUNCIONAMENTO DO HRN/ 2013

28/fevereiro Início de agendamentos para exames radiológicos e laboratoriais para marcação de cirurgias eletivas
18 de março Início do funcionamento do ambulatório de cirurgia geral e do centro cirúrgico
30 de abril Início das internações em UTIs pediátricas, neo-natal e adulto
Início do funcionamento do centro obstétrico
20 de maio Início dos atendimentos de urgência e emergência gineco-obstétrico, pediátrico, clínico (adulto) e cirurgia geral

O HRN tem capacidade para realizar até 60 cirurgias por dia. Internações por mês, a capacidade é de 1.300. Com 382 leitos e área construída de 57 mil metros quadrados, é o maior hospital do interior do Ceará e do interior do Nordeste. Com o Hospital Regional Norte, aumenta para 10 o total de hospitais da rede pública estadual. São oito na capital. A assistência hospitalar, em toda a história do Ceará, foi centralizada na capital. Mudou com a construção do Hospital Regional do Cariri, que funciona desde abril de 2011, em Juazeiro do Norte, atendendo a população dos 44 municípios da macrorregião. Assim, o HRN é o segundo hospital da rede estadual no interior. O terceiro - o Hospital e Maternidade do Sertão Central, está em construção em Quixeramobim. Ainda haverá o quatro para atender a população da Região Metropolitana. É o Hospital Regional Metropolitano, que ficará pronto antes da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.

Assessoria de Comunicação da Sesa

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Hospital Regional Norte visitado por representantes do controle social

O encontro no Hospital Regional Norte nesta terça-feira, 26, realizado pela Secretaria da Saúde do Estado, com a participação de representantes de conselhos de saúde dos 55 municípios da macrorregião Norte, de sindicatos e associações de diferentes entidades, foi marcado por dois momentos. Após a apresentação do secretário da saúde do Estado, Arruda Bastos, sobre o a nova rede de assistência na região, no Ceará e o perfil de atendimento do HRN, com 382 leitos, um debate promoveu troca de informações, questionamentos e esclarecimentos. No segundo momento, com a conclusão de duas horas de debate, os participantes, a grande maioria representantes do controle social, visitaram os diversos setores e unidades do maior hospital já construído no Ceará e no interior do Nordeste, com 57 mil metros quadrados de área construída. Viram de perto as unidades da pediatria, obstetrícia, UTIs, centros cirúrgicos e centro de imagens.

Enfático e propositalmente redundante para disseminar também entre representantes do controle social que o Hospital Regional Norte foi construído para agregar serviços até então inexistentes na macrorregião, Arruda Bastos disse: “Nenhum município deve reduzir serviços de saúde. Nenhum Hospital Polo vai diminuir esse ou aquele atendimento. Nenhum Hospital de Pequeno Porte pode fechar algum serviço. O HRN veio para somar. Veio para garantir à população de 1 milhão e meio de habitantes especialidades e exames antes só feitos na rede pública, em Fortaleza”. Ele pontuou que “os conselhos de saúde são muito importantes no funcionamento do hospital. Tanto podem ajudar para que nenhum serviço já existente nos municípios sejam reduzidos como podem contribuir na divulgação do perfil do HRN, que é de alta complexidade”.
Assessoria de Comunicação da Sesa
Selma Oliveira/ Marcus Sá

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Seminário Estadual de Auditoria do SUS reunirá 500 participantes




A Secretaria da Saúde do Estado realizará nos dias 26 e 27 de fevereiro, no Hotel Mareiro, Avenida Beira Mar, 2380, Meireles, o III Seminário Estadual de Auditoria do SUS, que deverá reunir 500 participantes entre auditores do Sistema Único de Saúde no Ceará, técnicos do Ministério da Saúde e do Tribunal de Contas da União (TCU), prefeitos e secretários municipais de saúde. No dia 28 será realizado o I Encontro Estadual de Auditores do SUS, que aprovará a Carta do Ceará, contemplando os compromissos pactuados para efetivação da auditoria nas três esferas de gestão do SUS.

As inscrições para os dois eventos já estão abertas e devem ser feitas pela internet. Para se incriver no  III Seminário Estadual de Auditoria do SUS, o link é http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=10306

. Para a inscrição no I Encontro Estadual de Auditores do SUS, os interessados devem acessar o endereço eletrônico http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=10311.

Conforme definido na Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), a auditoria é um instrumento de gestão para fortalecer o SUS, contribuindo para a alocação e utilização adequada dos recursos, a garantia do acesso e a qualidade da atenção a saúde oferecida aos cidadãos. A atividade de auditoria reúne técnicas para avaliar a gestão pública de forma preventiva e operacional, sob os aspectos da aplicação dos recursos, dos processos, das atividades, do desempenho e dos resultados obtidos. O objetivo é aumentar a garantia da transparência da gestão pública e prevenir a corrupção.

Assessoria de Comunicação da Sesa

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

2,6 milhões de preservativos para prevenção no carnaval do Ceará

A Secretaria da Saúde do Estado já iniciou a distribuição de preservativos para a população se proteger contra a aids e outras doenças sexualmente transmissíveis no período do carnaval, que vai do dia 9 ao dia 12 deste mês.

No total, serão distribuídos 2,6 milhões de preservativos. Este ano o Ministério da Saúde traz a campanha "A vida é melhor sem aids. Proteja-se, use sempre camisinha". A população sexualmente ativa é o público-alvo da campanha, que quer chamar a atenção para o uso da camisinha em todas as relações, transformando num hábito como tantos outros comuns no dia a dia, a exemplo de escovar os dentes. O acesso é fácil. Os preservativos podem ser adquiridos em todos os municípios, nas Unidades Básicas de Saúde, mais conhecidos como postos de saúde.

Na Sesa, sexta-feira, 8, das 11 às 14 horas, aproveitando o movimento do  restaurante que funciona no interior da Secretaria, Avenida Almirante Barroso, 600, Praia de Iracema, será feita uma mobilização para o uso da camisinha. Além de distribuição de preservativos, os frequentadores do restaurante ficarão bem informados sobre prevenção e os riscos de doenças transmissíveis, como a aids, doença crônica que tem tratamento assegurado pelo Sistema Único de Saúde.

No Ceará, desde o primeiro caso em 1983, foram notificados 11.759 casos até outubro de 2012, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Desse total, 70% foram no sexo masculino e 30% em mulheres. Somente em 2012, com dados ainda preliminares, foram confirmados 429 casos. A maioria na capital. Em 60% dos casos residentes em Fortaleza. Ou seja, 230 pessoas. No Brasil, de 1980 a abril de 2012, foram notificados 656.701 casos de aids.

Assessoria de Comunicação da Sesa