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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

4 de outubro: Dia do Agente Comunitário de Saúde


4 de outubro é o Dia do Agente Comunitário de Saúde. A data tem  importância para a atenção básica à saúde de todos os Estados e municípios. Para o Ceará, em especial. O feito do pioneirismo dos ACSs foi aqui, no nosso Estado. O profissional de nível médio, cuidando da saúde das famílias, na visita casa a casa, nasceu no Ceará em 1987, sete anos antes do Programa Saúde da Família. Depois a experiência dos Agentes Comunitários de Saúde foi replicada em todo o Brasil.

O Ceará saiu na frente também na estadualização dos ACSs, acabando com a precarização do trabalho quando no dia 1º de maio de 2008 o governo do Estado  incorporou 8.023 profissionais na folha de pagamento da Secretaria da Saúde do Estado. Desde essa data recebem os salários no mesmo dia dos servidores da Sesa. Sempre no dia 1º de cada mês.

Antes da estadualização, a relação de trabalho dos ACSs era através de contratos com associações e sofriam com as mudanças periódicas, a cada eleição dos gestores municipais. Por mês, o valor do pagamento mensal aos ACSs é de R$6 milhões. 

Assessoria de Comunicação da Sesa

Ouvidorias da Sesa receberam 3,4 mil manifestações em 3 meses


A rede de ouvidorias da Secretaria da Saúde do Estado atendeu no primeiro semestre deste ano 3.453 manifestações da população, entre sugestões, denúncias, elogios, solicitações, informações e reclamações. Entre janeiro e junho de 2013, o Relatório da Ouvidoria Geral da Sesa constata redução proporcional da insatisfação da população por “procedimentos ou serviços agendados e não realizados”, que em 2010 representou 40% das reclamações, no primeiro semestre de 2012 ficou em 32% e, no primeiro semestre deste ano, ficou em 30%. Do total de manifestações recebidas pelas ouvidorias da Sesa, 37% foram de reclamações, 21% de pedidos de informação, 18% de solicitações de atendimentos ou de acesso a serviços, 17% de elogios, 4% de denúncias e 3% de sugestões.

A Ouvidoria Geral da Sesa tem se empenhado em descentralizar os canais de acesso, com a expansão de unidades para atendimento presencial à população em todo o Estado e a qualificação do serviço de teleatendimento, pelo número 0800 275 1520. Para garantir atendimento presencial, em 2013 foram criadas mais duas ouvidorias em unidades da Sesa, que atualmente dispõe de 42 ouvidorias descentralizadas em funcionamento. No Ceará, a Ouvidoria Geral coordena a Rede de Ouvidorias da Sesa e o processo de descentralização das ouvidorias do SUS no Estado, junto aos municípios que aderiram ao Contrato Organizativo de Ação Pública (COAP) assumiram o compromisso de implantar suas ouvidorias do SUS até final de 2013. Este ano, 64 municípios informaram dispor de ouvidorias em funcionamento e 93 contratualizaram a implantação.

As ouvidorias do SUS têm o papel de acolher as manifestações dos cidadãos, efetuar o encaminhamento, orientação e acompanhamento da demanda e dar retorno ao usuário, na busca de propiciar uma resolução adequada aos problemas apresentados; ampliar a participação dos cidadãos na gestão do SUS; possibilitar à instituição a avaliação contínua da qualidade das ações e dos serviços prestados; e subsidiar a gestão nas tomadas de decisões e na formulação de políticas públicas de saúde. A estruturação do Sistema Nacional de Ouvidorias do SUS no âmbito do Estado do Ceará envolve o apoio, o monitoramento e a avaliação do processo de implantação e implementação das Ouvidorias do SUS nos municípios e nas unidades assistenciais de saúde pública, contando com a participação ativa do Fórum Cearense de Ouvidorias do SUS, composto pelas ouvidorias do SUS já existentes no Ceará.

Os usuários do SUS podem falar com as ouvidorias da Secretaria da Saúde do Estado, incluindo hospitais, unidades e regionais de saúde pelo telefone 0800.275.1520, por carta (Avenida Almirante Barroso, 600, Praia de Iracema – CEP 60060-440), ou pelo SOU Sistema de Ouvidoria.


Assessoria de Comunicação da Sesa

UTIs do Hospital Regional Norte ampliam atendimentos no interior


Os atendimentos de adultos e crianças nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Hospital Regional Norte mostram a ampliação da estrutura de assistência à saúde na macrorregião com o novo hospital. Nos 30 leitos de UTI 173 pacientes foram internados. Os mais novos pacientes chegaram na última segunda-feira, 30, e estão recebendo cuidados na UTI neonatal. São quatro bebês dos municípios de Viçosa do Ceará, Meruoca e Sobral. Esses três municípios  integram a macrorregião Norte, formada por 55 municípios atendidos no HRN, construído pelo governo do Estado.  

Antes do Hospital Regional Norte, na macrorregião havia 64 leitos de UTI atendendo pelo Sistema Único de Saúde (SUS).  Agora são 94 leitos de UTI. Na neonatologia, somente a Santa Casa de Sobral atendia bebês nos 15 leitos de UTI. Com mais 10 leitos no Hospital Regional Norte, aumentou para 25. Na pediatria, a quantidade de UTIs subiu de 10 existentes na Santa Casa para 20 com os novos do HRN. Ainda na assistência à saúde da  criança, há 30 berçários de médio risco no Hospital Regional Norte. 

Capital

Em Fortaleza, os hospitais da rede estadual têm 230 leitos de UTI. Desse total, 109 para pediatria e neonatologia. No Hospital Infantil Albert Sabin são 41 ( 29 pediátricos e 12 neonatais). No Hospital Geral Dr. César Cals há 21 leitos de UTI para a neonatologia. O Hospital Geral de Fortaleza possui 16 leitos neonatais. A pediatria conta com 15 leitos de UTI no Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes. Para a criança, há 16 leitos na Unidade de Terapia Intensiva no Hospital Dr. Waldemar Alcântara, sendo 8 pediátricos e 8 neonatais.     



Assessoria de Comunicação da Sesa

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Ceará comemora 40 anos do Programa Nacional de Imunizações


O controle e a erradicação de doenças imunopreveníveis são conquistas do Programa Nacional de Imunizações (PNI) que têm reflexos nos indicadores de saúde da população nos mais diferentes Estados. Criado em 1973 com a missão de controlar doenças preveníveis por vacinas, o PNI completa 40 anos. E para integrar o Ceará às comemorações, a Secretaria da Saúde do Estado realiza solenidade nesta segunda-feira, 30 de setembro, das 8 às 13 horas, no hotel Mareiro, Avenida Beira Mar, 2380, Meireles, reunindo secretários de saúde, coordenadores de imunizações dos municípios e regiões de saúde, vacinadores e ex-coordenadores de imunizações do Estado.

A organização das ações da vacinação no Brasil assegura a uniformidade do calendário vacinal, a introdução de novas vacinas e adoção de estratégias inovadoras e sustentáveis nas campanhas de vacinação. Novas estratégias, como a combinação de vacinação de rotina com campanhas de vacinação tiveram papéis essenciais na erradicação da poliomielite e do sarampo, que ocorreu no período de existência do PNI. O Programa se tornou mais relevante a partir da implantação do Sistema Único de Saúde (SUS), no final dos anos 80, quando foi iniciado o trabalho de descentralização que colocou o município como o executor primário e direto das ações de saúde, entre elas as de vacinação.

Nos últimos anos, o PNI garantiu a oferta de vacinas eficazes e seguras para diversos grupos populacionais que são focos de ações de imunização, como recém-nascidos, crianças, população indígena, adultos e idosos. Atualmente são disponibilizados 43 produtos no PNI, que são divididos entre vacinas, soros e imunoglobulinas. Para este ano, o PNI prevê introdução de três novas vacinas: Hepatite A, Varicela e Tríplice Acelular para gestantes.


Eliminação do sarampo

O calendário vacinal infantil brasileiro é complexo e dispõe de 12 vacinas, cada uma com duas ou três doses de reforço. O Brasil é um dos países que mais consegue vacinar e já eliminou doenças graves de circulação – poliomielite, erradicada no Ceará em 1988 e, no Brasil, em 1989; sarampo, eliminado em 1999 no Ceará e com último caso autóctone no Brasil no ano 2000. Também em 2000 o Ceará registrou o último caso de difteria, assim como de Síndrome de Rubéola Congênita em 2004 e rubéola em 2008.

O impacto das vacinas no controle das doenças imunopreveníveis também se manifesta na redução do número de casos de meningite por Haemophilus influenzae b, redução das internações, complicações e óbitos nos grupos prioritários para a gripe (influenza A H1N1, A H3N2 e B sazonal) e do número de mortes e internações de crianças por diarreia causadas por rotavírus, redução do número de casos, internações, complicações e óbitos em menores de 5 anos de idade por pneumonias e meningites do tipo C e das formas graves de tuberculose em menores de 5 anos de idade.

A expansão da imunização foi fator determinante para a redução da mortalidade dos menores de cinco anos no país. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), que utiliza uma metodologia de comparação internacional, a mortalidade na infância no Brasil caiu 77% entre 1990 e 2012. Segundo o estudo, em 1990, a taxa de mortalidade no Brasil era 62 para cada mil nascidos vivos. Em 2012, o número caiu para 14. O Nordeste foi a região com o maior percentual de queda: 77,5%, passando de 87,3 para 19,6 por mil nascidos vivos. Os estados que se destacam são Alagoas (-83,9%), Ceará (-82,3), Paraíba (-81), Pernambuco (-80,9) e Rio Grande do Norte (-79,3).


Conquistas do Programa Nacional de Imunizações

- Cobertura vacinal média de 95% nos últimos 10 anos.
- 12 vacinas no calendário básico infantil contra mais de 20 doenças.
- Introdução de novas vacinas em 2010 e 2011 reduziram em 40% as meningites e pneumonias em menores de 2 anos.
- Redução de 22% de mortes em crianças menores de 5 anos por diarreia com incorporação da vacina Rotavírus (2010).
- Suplementação de Vitamina A para crianças de 6 meses a menores de 5 anos a partir de 2012.



Assessoria de Comunicação da Sesa

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Dia do Coração incentiva prevenção de doenças desde a infância

Com uma mensagem de estímulo à prevenção de doenças a partir da infância e à adoção de hábitos saudáveis, o Dia Mundial do Coração, 29 de setembro, será marcado no Ceará com uma tarde de serviços oferecidos pela Secretaria da Saúde do Estado e a Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza nesta quarta-feira (25), das 14 horas às 17 horas, no Shopping Benfica.  Profissionais de saúde prestarão orientações sobre os fatores de risco para as doenças cardiovasculares, farão a verificação da pressão arterial, medição de circunferência abdominal, distribuição de material educativo e realizarão jogos educativos com as crianças.

No Brasil, as doenças cardiovasculares causam 31,3% das mortes entre as doenças não transmissíveis. As doenças cardiovasculares afetam indivíduos de todos os níveis socioeconômicos e, mais especificamente, aqueles que pertencem a grupos vulneráveis, como os idosos e as pessoas com baixo nível educacional e econômico. Cerca de 300 mil pessoas morrem anualmente devido a doenças cardiovasculares, como infarto, acidente vascular encefálico, insuficiências cardíaca e renal ou morte súbita.

O Brasil foi um dos 194 países que fizeram um compromisso para reduzir as mortes prematuras por DCV em 25% até 2025. Muitas dessas doenças têm início do desenvolvimento na infância e adolescência, levando ao estágio avançado da doença ou à morte prematura na vida adulta. Crianças, em grande parte, dependem dos adultos para orientação sobre comportamentos saudáveis. Por isso, é preciso garantir que elas adotem bons hábitos de vida, como propõe o tema da campanha do Dia Mundial do Coração: Ajude as crianças a seguir o caminho para um coração saudável.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as crianças de 5 a 17 anos idade devem fazer pelo menos 60 minutos de atividade física moderada (por exemplo, dança, caminhada, passear com o cachorro, ajudar os pais a lavarem o carro...) a vigorosa (como correr, pedalar, nadar, brincar, praticar esportes competitivos) todos os dias. Se a prática de atividades ultrapassa 1 hora, os exercícios proporcionam ainda mais benefícios à saúde da criança. Outras dicas são limitar o tempo das crianças na frente da televisão ou jogando videogame para não mais de duas horas por dia e incentivar uma dieta saudável para o coração.

24.09.2013

Assessoria de Comunicação da Sesa

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Ministério da Saúde amplia faixa etária da vacina contra HPV

O Ministério da Saúde está ampliando a faixa etária para a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV), usada na prevenção de câncer de colo do útero. Já em 2014, meninas dos 11 aos 13 anos receberão as duas primeiras doses necessárias à imunização, a dose inicial e a segunda seis meses depois. A terceira dose deverá ser aplicada cinco anos após a primeira.
 
Com a adoção do esquema estendido, como é chamado, será possível ampliar a oferta da vacina, a partir de 2015, para as pré-adolescentes entre 9 e 11 anos de idade, sem custo adicional. Assim, quatro faixas etárias serão beneficiadas, possibilitando imunizar a população-alvo (9 a 13 anos). A modificação no esquema vacinal foi anunciada nesta quarta-feira (18) pelo secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, durante cerimônia de 40 anos do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em Brasília.
 
A inclusão do imunobiológico ao calendário do Sistema Único de Saúde (SUS) foi anunciada em julho deste ano. Na época, a previsão era de administrar a vacina em pré-adolescentes de 10 e 11 anos, com dose inicial, a segunda um mês depois e terceira seis meses após a inicial. Entretanto, o Ministério da Saúde decidiu adotar o esquema estendido baseado em estudos recentes que comprovam a eficácia desta medida. Além disso, a estratégia segue recomendação da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) e foi discutida com especialistas brasileiros que integram o Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Vale ressaltar que o esquema já é utilizado por países como Canadá, México, Colômbia, Chile e Suíça.
 
É a primeira vez que a população terá acesso gratuito a uma vacina que protege contra câncer. A meta é vacinar 80% do público-alvo, que atualmente soma 5,2 milhões de pessoas. O vírus HPV é responsável por 95% dos casos de câncer de colo do útero, que apresenta a segunda maior taxa de mortalidade entre os cânceres que atingem as mulheres, atrás apenas do de mama.
 
A vacina, que estará disponível a partir de março de 2014 (1ª dose), é a quadrivalente, usada na prevenção contra quatro tipos de HPV (6, 11, 16 e 18). Dois deles (16 e 18) respondem por 70% dos casos de câncer. O imunobiológico para prevenção da doença é seguro e tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus.
 
As três doses serão aplicadas nas pré-adolescentes com autorização dos pais ou responsáveis. A estratégia de imunização será mista, ocorrendo tanto nas unidades de saúde quanto nas escolas públicas e privadas. A incorporação da vacina complementa as demais ações preventivas do câncer de colo do útero, como a realização rotineira do exame preventivo (Papanicolau) e o uso de camisinha em todas as relações sexuais.


Fonte: Portal Saúde

terça-feira, 17 de setembro de 2013

III Reunião do Fórum Regional de Conselheiros de Saúde de Sobral/2013

A III Reunião do Fórum Regional de Conselheiros de Saúde foi realizada no dia 12 de setembro de 2013, no auditório da Escola de Formação em Saúde da Família Visconde de Sabóia em Sobral, com a participação dos conselheiros dos municípios de Cariré, Catunda, Coreaú, Ipu, Irauçuba, Reriutaba, Santa Quitéria e Sobral. A abertura da reunião foi feita pelo coordenador do Fórum Sr. Francisco Anastácio Dourado Félix. A mesa foi formada com Maria José de Sousa Bezerra - representante da 11ª CRES, Francisca das Chagas da Silva Mesquita – Vice presidente o CMS de Sobral, Sr. Anastácio Dourado Félix - Coordenador do Fórum, Dr. Rogério Silva Gomes – Chefe substituto do SEAUD - Ce, e Raimundo Rosa Julião – Conselheiro do CMS de Irauçuba. O coordenador do Fórum Sr. Francisco Anastácio leu a Ata da II Reunião do Fórum Regional/2013 e em seguida foi aprovada pela planária.
Os palestrantes foram: Dr. Rogério e Dra. Neura, que falou sobre o papel da auditoria no Estado do Ceará, destacando o controle das políticas públicas, rede de controle das políticas públicas, controle interno do SUS, auditoria no SUS sua Lei de criação e regulamentação. O Tema foi bem debatida com a participação efetiva dos conselheiros de saúde presentes no Fórum. Tivemos o apoio técnico de José Airton Franca Vieira - fotografia e documentação. No final do evento os conselheiros em sua maioria decidiram que o terceiro Seminário do Controle Social será na cidade de Catunda ou Santa Quitéria no dia 11 de outubro de 2013. Ficou decidido que o IV Fórum de 2013 terá como tema a Atualização do COAP no Estado do Ceará e será no dia 14 de novembro da Escola de Formação em Saúde da Família Visconde de Sabóia em Sobral no horário de 8h as 13hs.

Nova mesa diretora do Fórum Raimundo Acácio de Araújo, Bruna
Dayane Rocha Maranhão e Francisco Anastácio Dourado Félix