Páginas noticias da Saúde

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Albert Sabin realiza teste do suor para diagnóstico de fibrose cística


O Hospital Infantil Albert Sabin, da Secretaria de Saúde do Estado, é a única instituição pública do Ceará que realiza o teste do suor, capaz de diagnosticar a fibrose cística. A doença, também conhecida como mucoviscidose, é genética, hereditária e tem como principal característica o acúmulo de secreções que afetam os aparelhos respiratórios, pulmonares e as glândulas sudoríparas; como entupimento do intestino; dificuldade para ganhar peso; tosse com secreção; desidratação sem motivo aparente; diabetes e infertilidade. Mas tudo isso, pode ser tratado se houver um diagnóstico preciso e o acompanhamento adequado.

De acordo com a coordenadora do Laboratório de Análises Clínicas do Albert Sabin, a bioquímica Vânia Feijó, o exame é realizado a partir do encaminhamento de gastroenterologistas ou pneumologistas. “Eles encaminham porque essas crianças sofrem de infecções por repetição”, fala. O teste do suor é realizado por meio da aplicação de pilocarpina (colírio usado para tratar ressecamentos) na pele, seguida da liberação de uma amperagem de três volts durante cinco minutos. Após o processo, o paciente tem os braços envolvidos em gazes e ficam em contato com a pele por 30 minutos. Depois disso, as gazes contendo o suor são removidas para que o material tenha os níveis de cloro medidos. “Há três níveis. Um que vai até 40 pontos e aí está normal. Um de 60 que é o chamado 'border line', está no limite, a gente repete o teste. E, se for mais 60, já é reagente para fibrose cística”, explica Vânia.

O teste do suor é feito todas as terças e quintas-feiras no Hospital Albert Sabin. Para Andressa de Freitas Albuquerque, de apenas seis anos, tornou-se esperança. “Ela se queixa muito de dor de barriga, tem muita diarreia, e isso acontece há quase um ano. Ainda estão fazendo muitos testes. Ela já fez endoscopia, exame de sangue, exame de fezes e ainda não foi descoberto o que é o problema. Aí falaram sobre esse teste aqui no Sabin, tenho esperança que dessa vez a gente consiga descobrir o que é”, conta mãe da menina, Meirivânia de Freitas Albuquerque.

O Hospital Albert Sabin realiza, por dia, 10 exames de teste do suor. Sendo 20 por semana e 80 por mês. Considerando que o teste é feito nos dois braços, o exame é concluído 160 vezes por mês. “E vem gente de todo o estado e de outros estados do nordeste também”, afirma Vânia. Além do teste do suor, o Laboratório de Análises Clínicas do Albert Sabin é responsável por mais 100 mil coletas e oferece 246 tipos de exames: hematológicos, imunológicos, bioquímicos, microbiológicos, hormonais, parasitologia, gasometria e sumário de urina.



Assessora de Comunicação do Hospital Infantil Albert Sabin

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Obesidade aumenta risco cardíaco, diz estudo

O ponteiro da balança subiu e o excesso de peso atinge 52,5% dos brasileiros, segundo pesquisa Vigitel 2014, (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), que coletou informações nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. Foram realizadas 41 mil entrevistas para o levantamento.
 
Os dados são divulgados anualmente pelo Ministério da Saúde desde 2006 e revela um diagnóstico da saúde do brasileiro a partir de questionamentos sobre os hábitos da população, como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, alimentação e atividade física.
 
Dessa porcentagem 17,9% são obesos, fatia que se manteve estável nos últimos anos. Em 2013, o levantamento apontou que 50,8% dos brasileiros estavam acima do peso e que, destes, 17,5% eram obesos. Já em 2006, o total de pessoas acima do peso era de 42,6% e de obesos era de 11,8%.
 
Os números mostram que o excesso de peso é maior entre os homens - 56,5% contra 49,1% das mulheres. Já a taxa de obesidade não é muito diferente entre os dois gêneros - 17,9% entre o sexo masculino e 18,2% entre o sexo feminino. Os maiores índices de excesso de peso foram encontrados em pessoas com idade entre 45 e 64 anos - 61% estão acima do peso.
 
Os jovens com idade entre 18 a 24 anos registram 38%. A proporção de pessoas com mais de 18 anos com obesidade, no entanto, é um dado preocupante apontado pela pesquisa - chega a 17,9%, embora tenha se mantido estável nos últimos anos.
 
Para a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde, Déborah Malta, chama a atenção dos pesquisadores o fato do índice de obesidade dobrar com a idade. "Nas faixas etárias entre 18 e 24 anos o índice [de excesso de peso] praticamente dobra aos 35 e 44 anos. Em relação à obesidade, a taxa triplica na comparação entre as duas populações: sai de 8,5% [de 18 a 24 anos] para 22% [35 a 44 anos]", explica a especialista.
 
Fator de risco
 
Apesar da obesidade e do sobrepeso serem epidemias desse porte no Brasil, a população ainda não considera o excesso de peso uma doença. Um trabalho desenvolvido pela farmacêutica Allergan em parceria com a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), a Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD) e a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SBED) entrevistou mil indivíduos em diferentes estados e descobriu que 55% da amostragem não acreditava que a obesidade fosse uma doença. Além disso, 93,5% dos entrevistados não sabia seu próprio Índice de Massa Corpórea (IMC), sendo que 64% se enquadravam na faixa da obesidade. 
 
Mais do que uma doença grave, a obesidade é um problema que pode favorecer diversas outras condições em nosso organismo. "O quadro pode prejudicar a saúde de uma forma global e em vários sistemas no corpo", afirma o endocrinologista Isaac Benchimol, do Conselho Empresarial de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Ainda não está convencido? A obesidade ou até mesmo o sobrepeso são fatores de risco para doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão, aumento do colesterol e osteoartrite, além da degenarão e desgaste do disco vertebral.  
 
Especialistas afirmam que melhorar a qualidade de vida praticando exercícios físicos regularmente, alimentando-se de maneira saudável, controlando o peso, bebendo água e realizando um check-up médico pelo menos uma vez ao ano é a única saída para quem deseja viver saudável e melhor.

Como cientistas podem ter descoberto acidentalmente a cura para o câncer

Enquanto buscavam testar a eficácia de uma vacina contra a malária em mulheres grávidas, cientistas da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, descobriram que determinada proteína da malária pode, na verdade, combater células cancerígenas.
Quando mulheres grávidas são infectadas com a malária, a placenta pode ser atacada, prejudicando também o feto. Há algum tempo eram buscadas semelhanças entre tumores e a placenta, dado seu padrão de crescimento, mas só agora foi possível encontrar uma: a proteína da malária conecta-se ao mesmo carboidrato em ambos os tecidos.
“A placenta é um órgão, que em alguns meses cresce a partir de poucas células em um órgão que pesa cerca de 1 quilo, e provê ao embrião oxigênio e alimentação em um ambiente relativamente estranho. De certa forma, tumores fazem o mesmo, eles crescem agressivamente em um ambiente estranho“, afirmou Ali Salandi, da Universidade de Copenhagen. Frente a isso, os pesquisadores se deram conta de que essa proteína criada pode também atacar as células do câncer, o que seria um grande passo rumo à cura da doença.
Conforme o estudo, publicado no Cancer Cell, testes já foram feitos em camundongosportadores de câncer e apresentaram resultados. Em até 4 anos, os pesquisadores desejam realizar testes em humanos, mas já avisam que o resultado pode ser um tiro pela culatra: há chances de que o organismo humano não consiga processar a quantidade de proteína de malária necessária para curar um câncer.

E quando o tema é saúde, todos os avanços e ajudas são importantes. Por isso, não poderíamos deixar de indicar o novo app brasileiro HealthMeApp, que funciona como uma grande rede colaborativa que permite indicar e buscar médicos. Disponível para iOS e Android, ele promete ser a resposta para atender uma demanda crescente da sociedade: a busca qualificada por indicações de médicos.
O cadastro no novo app pode ser vinculado à conta do Facebook do usuário. A grande vantagem dessa opção é a possibilidade de ver as indicações feitas por amigos conectados pela rede social. “Isso deixa a experiência ainda mais rica, pois além de ver indicações gerais sobre algum médico, você pode interagir com seus amigos para ter ainda mais informações sobre determinado profissional”, comenta Guilherme Magalhães, um dos criadores.

Blog Moisés Arruda

Curso atualiza em vigilância e controle de dengue e Chikungunya


O Ceará registrou este ano cinco casos de febre Chikungunya, todos importados de áreas endêmicas – três do município de Oiapoque, no Amapá, um da República Dominicana e um do estado da Bahia. Diante da ameaça de instalação da doença, a Secretaria da Saúde do Estado realizará de 19 a 23 de outubro, no Hotel Costa do Mar, Avenida Historiador Raimundo Girão, 1338, Meireles, em parceria com a Secretaria de Vigilância à Saúde do Ministério da Saúde, o Curso de Atualização em Vigilância e Controle da Dengue, Febre Chikungunya e Zika Vírus, três doenças transmitidas pelo mesmo vetor – o mosquito Aedes aegypti. Dirigido a técnicos de vigilância epidemiológica e de controle de vetores das Coordenadorias Regionais de Saúde da Sesa e das Secretarias Executivas Regionais de Fortaleza, o curso vai reforçar os conceitos da nova classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a dengue e fortalecer a estruturação da vigilância da febre Chikungunya no Ceará.
 
Em todo o Brasil foram registrados este ano 3.780 casos autóctones de febre Chikungunya, a maioria deles na Bahia, que tem 17 municípios com transmissão da doença, seguida do Amapá, com transmissão em cinco municípios, e Brasília. As informações estão na Nota Técnica publicada na terça-feira, 13 de outubro, pela Secretaria da Saúde do Estado. Com relação a essa doença, o documento avalia que “diante da circulação do vírus da dengue no estado do Ceará, a infestação do Aedes Aegypti em quase todos os municípios do estado e o fluxo intenso de turistas procedentes de áreas com transmissão, favorecem o risco de introdução e circulação viral”. A nota faz alerta “aos estabelecimentos de saúde, portos e aeroportos para o aparecimento de casos suspeitos de Febre de Chikungunya, a fim de desencadear as ações necessárias de investigação epidemiológica e controle vetorial de forma oportuna, evitando a disseminação da doença”.
 
Em outra Nota Técnica publicada, a Secretaria da Saúde do Estado relata que na segunda quinzena de maio foi iniciada a coleta de amostras dos casos suspeitos de Zika Vírus de pacientes atendidos no Hospital São José de Doenças Infecciosas (HSJ). Foram coletadas e encaminhadas 55 amostras para o Instituto Evandro Chagas, em Belém, no Pará. Até o momento, das 18 amostras processadas, 14 foram confirmadas, sendo 12 casos do município de Fortaleza, um em Pentecoste e um em Santana do Acaraú. As demais amostras permanecem em análise. Em função da circulação do vírus da dengue no estado do Ceará e seu curso clínico por vezes similar ao Zika Vírus, a nota alerta os serviços e profissionais de saúde a manterem "as rotinas que garantam o adequado seguimento do protocolo de manejo clínico nos casos de dengue, objetivando a redução da ocorrência de casos graves ou óbitos".
 
De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado na sexta-feira, 9 de outubro, o Ceará confirmou este ano 50.583 casos de dengue em 168 municípios. Os casos graves da doença somam 756 confirmações e 62 óbitos. Maio é o mês com o maior número de confirmações, com 15.595 casos registrados, e setembro aparece com o menor número de casos, no total de 366.

Assessoria de Comunicação da Sesa

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Curso marca Setembro Verde no Hospital Regional Norte


Chamado de Setembro Verde, o mês é marcado pela campanha nacional de sensibilização da população para a doação de órgãos. Em Sobral, o Hospital Regional Norte (HRN), da rede pública do Governo do Estado, não só aderiu à cor do movimento, com iluminação verde na fachada de sua entrada principal, mas também organizou uma série de atividades a partir desta quinta-feira, 24 de setembro, se estendendo até o sábado, 26. Nesse período será realizado o Curso Sobre Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes, no auditório do Centro de Estudos e Pesquisa, do próprio hospital.

Entre os temas abordados, os participantes poderão saber mais sobre como funciona o Banco de Olhos de Sobral e o transplante de córneas, sobre o processo de doação e transplantes e a situação no Estado e no Brasil, identificação, avaliação e manutenção do potencial doador, diagnóstico de morte encefálica, entrevista familiar, como cada religião trata o tema, como a imprensa trabalha suas pautas e reportagens sobre a doação, finalizando com depoimentos de pacientes e familiares de doadores.

De acordo com Olon Leite, coordenador da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIDOHTT) do HRN, além do curso, serão realizados na última semana de setembro eventos relacionados ao assunto nas escolas de Sobral. "Abordaremos todos os pontos importantes relacionados ao processo do transplante, como determina o Sistema Nacional de Transplantes", disse. "Teremos, também, a participação de entidades religiosas e outros formadores de opinião, como representantes da imprensa, que além de debater sobre a questão, vez ou outra mostrada pela mídia, poderão ser multiplicadores da ideia de doar, e salvar vidas", acrescentou.


 Número relevante de doações

Além de Sobral, Crato, Barbalha, e Juazeiro do Norte, na macrorregião do Cariri, juntamente com Fortaleza, são os municípios do Ceará, que realizam captação de órgãos e tecidos para transplantes, em oito hospitais notificantes de potenciais doadores. No ano passado, a Central de Transplantes da Secretaria da Saúde do Estado recebeu 152 notificações de potenciais doadores de órgãos e tecidos dos hospitais do interior do Estado, o que representa 24,4% de todas as 623 notificações registradas no Ceará. Desse total, 65 foram feitas pelo HRC, 53 pela Santa Casa de Sobral e 30 pelo HRN.

Em 2014, os hospitais do interior efetivaram 20% dos 220 potenciais doadores notificados no Estado, com 19 no HRC, 13 na Santa Casa de Sobral e 12 no HRN. Este ano, os hospitais do interior já fizeram 84 notificações de potenciais doadores, sendo 34 pelo HRC, 30 pela Santa Casa de Sobral, 17 pelo HRN e, os demais, pelos hospitais São Raimundo, São Vicente de Paulo e Santo Antônio. Já são 23 doadores efetivos este ano, 11 do HRC, sete da Santa Casa de Sobral e cinco do HRN.

O Curso Sobre Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes tem apoio do Núcleo de Gestão e Segurança do Paciente do HRN, e da Organização de Procura de Órgãos (OPO), da Santa Casa de Misericórdia de Sobral, responsável pela identificação, manutenção e captação de potenciais doadores para fins de transplantes na macrorregião norte. Para se inscrever no curso basta levar uma lata ou dois pacotes de leite em pó, que serão revertidos para doação.

Assessoria de Imprensa
Hospital Regional Norte

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Ceará atinge meta de vacinação contra a paralisia infantil


Com 95,76% de cobertura vacinal, o Ceará atingiu a meta de imunização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite no fechamento do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (sipni.datasus.gov.br), que permaneceu aberto até a quinta-feira, 10 de setembro, depois do encerramento da campanha, em 31 de agosto. Em todo o Estado, a meta mínima de cobertura, de 95%, foi superada por 164 municípios. Foram vacinadas 546.273 crianças da população de 570.452 na faixa etária de 6 meses a menos de 5 anos. Nos intervalos etários, 177 municípios cumpriram a meta de cobertura na faixa de 6 meses a menos de 1 ano, 153 na faixa de 1 ano, 107 na faixa de 2 anos, 124 na faixa de 3 anos e 141 na faixa de 4 anos. No Brasil, a cobertura vacinal ficou em 93,52%.

Na Campanha Nacional de Multivacinação, 335.822 crianças de 0 a 5 anos incompletos foram levadas aos postos de vacinação dos municípios para atualizar a caderneta de saúde da criança. Desse total, 188.154 foram vacinadas e receberam 172.740 doses das vacinas oferecidas – pentavalente, pneumocócica 10 valente, meningocócica conjugada C, tríplice viral, tetraviral, DTP, hepatite B e rotavírus. As vacinas protegem contra doenças como sarampo, rubéola, caxumba, catapora, difteria, tétano, coqueluche, meningite, entre outras. O objetivo da campanha era atualizar o esquema vacinal das crianças para melhorar a cobertura vacinal da população. Todas as vacinas do calendário nacional de vacinação da criança estão disponíveis nos postos de saúde.

Há 26 anos nenhum caso de paralisia infantil é registrado no Brasil, mas para manter a doença cada vez mais longe das crianças, a campanha de vacinação ocorre todos os anos. Existe o risco da doença porque ainda há alguns países com registro de casos, onde a paralisia infantil é considerada endêmica, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Este ano, até o dia 16 de junho, foram registrados 28 casos da doença, sendo 25 no Paquistão e três no Afeganistão.

Assessoria de Comunicação da Sesa

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Campanha contra paralisia infantil será lançada sexta-feira, 14


Nesta sexta-feira, 14 de agosto, às 9 horas, a Secretaria da Saúde do Estado e a Secretaria de Saúde de Fortaleza se juntam para lançar a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite e também a Campanha Nacional de Multivacinação. O lançamento ocorrerá na Unidade de Saúde Edmar Fujita, na Avenida Alberto Craveiro, 480, Dias Macedo. A campanha começa no sábado, 15, em todos os postos de saúde dos 184 municípios, e vai até o dia 31 deste mês.

A meta de cobertura estabelecida pelo Ministério da Saúde para  a vacinação contra a paralisia infantil é de 95% das 570.452 crianças na faixa etária de 6 meses a 5 anos incompletos. Ou seja, o Ceará deve vacinar 541.925 crianças no 184 municípios. Há 27 anos nenhum caso de paralisia infantil é registrado no Ceará, mas para manter a doença cada vez mais longe das crianças o Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde mobilizam todos os anos as famílias para a Campanha Nacional de Vacinação. Há alguns países ainda com registro de casos, onde a poliomielite é considerada endêmica, segundo a Organização Mundial de Saúde. Este ano, até o dia 16 de junho, foram registrados 28 casos da doença, sendo 25 no Paquistão e três no Afeganistão.


Multivacinação     

 Os 17 dias de campanha são uma boa oportunidade de proteger a saúde das crianças de diferentes doenças. Além da paralisia infantil, os pais devem levar as crianças de O a menores de 5 anos aos postos de saúde para atualizar a caderneta e deixá-las vacinadas contra o sarampo, rubéola, caxumba, coqueluche, meningite, hepatite B, rotavírus, catapora, difteria. Todas as vacinas do calendário nacional de imunização da criança estarão disponíveis nos postos de saúde.


Assessoria de Comunicação da Sesa
Selma Oliveira / Marcus Sá /  (  selma.oliveira@saude.ce.gov.br / 85 3101.5221 / 3101.5220)
Twitter: @SaudeCeara
www.facebook.com/SaudeCeara