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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Sesa prepara profissionais para busca ativa do tracoma

O Núcleo de Controle de Vetores da Coordenadoria de Promoção e Proteção da Secretaria da Saúde do Estado habilitará até o mês de outubro 200 profissionais de saúde da atenção básica na busca ativa de casos de tracoma no Ceará. Para o mês de agosto estão programadas capacitações nas ações de vigilância e controle do tracoma em Canindé, entre os dias 17 e 21, na Escola de Saúde Pública (ESP/CE), entre os dias 24 e 28, e, no Crato, com a participação de técnicos da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), serão introduzidos novos instrumentos de registro do tracoma. Principal causa de cegueira evitável no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tracoma é facilmente transmitido de uma pessoa para outra, apenas passando as mãos nos olhos. A infecção acontece na infância, na primeira vez, mas as pessoas ficam cegas apenas na idade adulta.

A capacitação nas ações de vigilância e controle do tracoma está associada à terceira edição da Campanha Nacional de Hanseníase, Verminoses, Tracoma e Esquistossomose, do Ministério da Saúde, que vai alcançar cerca de 2.300 municípios brasileiros, incluindo todas as capitais, no período de 10 a 14 de agosto. No Ceará, crianças e adolescentes de 5 a 14 anos estudantes do ensino fundamental da rede pública de 101 municípios participarão da campanha. O objetivo é prestar esclarecimentos sobre essas doenças, identificar e tratar os casos. O tema deste ano da campanha é "Hanseníase, Verminoses e Tracoma têm cura. Faça essa lição de casa e proteja-se".

No Ceará, o número de municípios participantes da campanha nacional evoluiu de 44 em 2013, 66 em 2014, para os atuais 101 municípios. O número de crianças examinadas passou de 72.285 em 2013, com 3.297 casos identificados e tratados, para 187.928 exames no ano passado, com 8.843 diagnósticos positivos. Tracoma é uma doença infecciosa causado pela bactéria Chlamydia trachomatis. É transmitida pelo contato direto ou por objetos contaminados com secreções oculares de pessoas acometidas. As incidências tendem a ocorrer em locais onde são precárias as condições de saneamento e higiene, principalmente entre crianças entre um e nove anos de idade.


Municípios participantes da Campanha Nacional de Hanseníase,
Verminoses, Tracoma e Esquistossomose:

Acaraú
Amontada
Aracati
Assaré
Aurora
Barbalha
Barreira
Bela Cruz
Boa Viagem
Camocim
Campos Sales
Canindé
Capistrano
Caridade
Caririaçu
Carnaubal
Cascavel
Catarina
Choró
Crateús
Crato
Croatá
Cruz
Ererê
Eusébio
Farias Brito
Fortaleza
Frecheirinha
Granja
Granjeiro
Guaiúba
Guaraciaba do Norte
Hidrolândia
Horizonte
Ibaretama
Ibiapina
Icó
Iguatu
Independência
Ipueiras
Irauçuba
Itapipoca
Itapiúna
Itarema
Itatira
Jaguaretama
Jaguaruana
Jardim
Jijoca de Jericoacoara
Juazeiro do Norte
Lavras da Mangabeira
Limoeiro do Norte
Madalena
Maracanaú
Maranguape
Mauriti
Milhã
Missão Velha
Mombaça
Monsenhor Tabosa
Morada Nova
Morrinhos
Nova Olinda
Novo Oriente
Ocara
Pacajus
Pacatuba
Palhano
Parambu
Paramoti
Pedra Branca
Penaforte
Pentecoste
Pereiro
Piquet Carneiro
Pires Ferreira
Porteiras
Potengi
Quiterianópolis
Quixadá
Quixeramobim
Reriutaba
Russas
Saboeiro
Salitre
Santana do Acaraú
Santana do Cariri
Santa Quitéria
São Benedito
Senador Pompeu
Sobral
Solonópole
Tamboril
Tauá
Tejuçuoca
Tianguá
Ubajara
Umirim
Varjota
Várzea Alegre
Viçosa do Ceará


Assessoria de Comunicação da Sesa
Selma Oliveira / Marcus Sá /  (  selma.oliveira@saude.ce.gov.br / 85 3101.5221 / 3101.5220)
Twitter: @SaudeCeara
www.facebook.com/SaudeCeara
 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Sesa divulga nota técnica sobre a Zika vírus


A febre, normalmente de evolução benigna, acompanhada de manchas vermelhas, tem outros sintomas que desaparecem após 3 a 7 dias.


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Leia a nota na íntegra.


Assessoria de Comunicação da Sesa
Selma Oliveira / Marcus Sá /  (   selma.oliveira@saude.ce.gov.br / 85 3101.5221 / 3101.5220)
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Saúde realiza neste domingo, 5, prova da seleção para coordenadores




A Secretaria da Saúde do Estado está realizando seleção pública para coordenadores regionais de saúde, assessores técnicos e assistentes técnicos das 21 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRES). A primeira das três etapas da seleção, a prova objetiva, já será aplicada neste domingo, 5 de julho, das 9 às 12 horas, na Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/Ce), na Avenida Antônio Justa, 3161 (www.esp.ce.gov.br) . As outras duas etapas são a prova de títulos, nos dias 9, 10 e 11 deste mês, e a prova situacional em grupo e entrevista individual, do dia 21 ao dia 23.

Para a prova objetiva o candidato deve comparecer à ESP/Ce com antecedência de 1 hora, ou seja, às 8 horas, com documento oficial e original de identidade, comprovante de inscrição, e caneta esferográfica de tinta preta ou azul. Não serão aceitas fotocópias, mesmo que autenticadas. A localização das salas de realização das provas será divulgada na ESP/Ce, o local da prova. A divulgação do gabarito preliminar da primeira etapa está marcada para o dia seguinte após a aplicação da prova, no dia 6, próxima segunda-feira, no site www.esp.ce.gov.br . Na quarta-feira, 8 de julho, haverá divulgação do gabarito final da primeira etapa, também no site da ESP/Ce.

Os selecionados nas três etapas formarão o quadro de candidatos aos cargos integrantes da estrutura organizacional da Secretaria da Saúde do Estado. Com base no cronograma da seleção pública, o resultado final será divulgado no dia 30 de julho, no site da Escola. O acolhimento e educação permanente vêm logo em seguida, nos dias 1 e 2 de agosto.

As Coordenadorias Regionais de Saúde são órgãos de representação da Sesa nas regiões de saúde e de coordenação do Sistema Único de Saúde (SUS) no âmbito regional. A saúde do Ceará tem cinco macrorregiões, divididas em 22 regiões. Nas CRES, além do coordenador regional de saúde, há dois assessores diretos – um assessor técnico e um assistente técnico administrativo-financeiro. Conta também com uma equipe técnica de apoio e tem as atribuições de impactar as políticas estaduais de saúde na região, assessorar a organização dos serviços nas regiões, orientar, planejar, acompanhar, avaliar e monitorar atividades e ações de saúde em nível regional. As sedes das CRES estão localizadas nos municípios de Fortaleza, Caucaia, Maracanaú, Baturité, Canindé, Itapipoca, Aracati, Quixadá, Russas, Limoeiro do Norte, Sobral, Acaraú, Tianguá, Tauá, Crateús, Camocim, Icó, Iguatu, Brejo Santo, Crato e Juazeiro do Norte.   

Assessoria de Comunicação da Sesa














quarta-feira, 1 de julho de 2015

Mais de 5 mil testes rápidos de tuberculose em apenas seis meses



banner tuberculose 2015
No final do ano passado, o Estado foi liberado pelo Ministério da Saúde para realizar o teste rápido de tuberculose, através do GeneXpert, equipamento que permite a emissão do diagnóstico laboratorial da doença em apenas duas horas. O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) foi habilitado como coordenador de seis unidades - Hospital de Messejana, Unidade Prisional Otávio Lobo, Centro de Saúde de Sobral, Centro de Especialidades José Alencar, Hospital São José e Hospital Abelardo Gadelha Rocha em Caucaia, que foram  contempladas com a instalação do equipamento. Desde a implantação do serviço, que incluiu a distribuição dos equipamentos pelo Ministério da Saúde e treinamento dos profissionais até maio deste ano, 5.412 laudos foram liberados, com 4.739 negativos e 673 positivos.


O diagnóstico da baciloscopia do escarro, um exame simples e que pode ser realizado em vários laboratórios. O processo todo, desde a chegada ao laboratório até a emissão do resultado, dura entre 24 e 48 horas. O novo exame tem alta sensibilidade e especificidade que diminuem as chances de um laudo falso negativo e ainda indica se o paciente tem resistência a rifampicina, medicamento utilizado no tratamento. Nos exames liberados, 30 pacientes apresentaram resistência.

 A tuberculose é uma doença infectocontagiosa causada pelo "bacilo de Koch", cujo nome científico é Mycobacterium tuberculosis. O contágio ocorre por meio das secreções respiratórias. Doentes não tratados costumam eliminar grande quantidade de bactérias no ambiente, ao tossir, falar ou espirrar. Esses microrganismos podem ser transmitidos via aérea para pessoas saudáveis e provocar o adoecimento.

Entre os principais sintomas estão: tosse (por mais de três semanas seguidas), febre (mais comum ao entardecer), falta de apetite, perda de peso, cansaço e suores noturnos. Ao apresentar esses sintomas, a pessoa deve procurar o posto de saúde mais próximo de onde mora, para ser examinada pelo médico. A tuberculose tem cura. Para obter sucesso no tratamento é necessário tomar os medicamentos corretamente durante seis meses, sem interrupção. Os medicamentos são garantidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).  

30.06.2015

Assessoria de Imprensa - Lacen/CIDH/IPC
Suzana de Araújo Mont'Alverne ( suzana.alverne@lacen.ce.gov.br / 85 - 3101.1488)



terça-feira, 23 de junho de 2015

Especialista alerta para riscos da bolsa térmica durante a amamentação



Embora seja muito recomendado, o uso de bolsas térmicas no seio da lactante não é aconselhado por especialistas. Isto porque o uso da bolsa térmica quente ou fria podem provocar queimaduras.
“Aqui no Banco de Leite Humano (BLH) não indicamos o uso da compressa, somente em alguns casos, se a paciente chega com nódulos no seio, recomendamos que ela faça massagem, e a retirada do leite. Compressa somente a fria e para as mães portadoras de HIV ou as que por alguma razão não vão amamentar, nestes casos indicamos a compressa fria para inibir a lactação. Já a compressa morna, não indicamos em nenhuma situação”, explicou Nina Savoldi, enfermeira do Banco de Leite Humano do Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).
A seguir a especialista responde às principais dúvidas das mamães sobre o uso de bolsas térmicas.
Qual a diferença entre a bolsa térmica morna e a fria?
Nina Savoldi: A fria inibe a produção do leite através da vasoconstrução. A morna causa uma vaso dilatação, podendo aumentar a produção. No entanto, essas compressas podem causar efeito contrário, por isso preferimos a massagem, pois ela ajuda a dissolver os nódulos, sem precisar fazer compressa quente.
Quais são os riscos para a lactante?
O grande problema da compressa quente é que algumas mães, que estão com mastite e usam a este tipo de bolsa térmica começam a ter queimaduras. “Nosso conselho para as mães que estão amamentando e estão com o leite empedrado, é só fazer massagem e tirar o leite, colocar o bebê mais vezes para amamentar em livre demanda, notar se ele está pegando na auréola da forma coreta”, explicou Nina Savoldi. A compressa quente aumenta a produção de leite, por este motivo as mães que estão com leite empedrando por conta da grande produção de leite não devem usar este tipo de compressa.
Qual seria a melhor alternativa ao uso de bolsas térmicas?
A especialista aconselha somente o uso de massagens para auxiliar as mamães que estão tendo problemas com a grande quantidade de produção de leite, assim como, a ordenha e a amamentação em livre demanda do bebê. “Aconselhamos às mamães prestarem atenção nos sinais de fome do bebê, por exemplo, o gemido, ou o lamber da mãozinha, e antes dele começar a chorar, já colocá-lo no peito”, esclareceu ela. Já a bolsa térmica fria é aconselhada apenas para inibição do leite, para mães que não podem amamentar seus bebês.
Em caso de outras dúvidas, procure o Banco de Leite Humano do IFF, de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h, na Av. Rui Barbosa, 716 – Flamengo, ou entre em contato com o SOS Amamentação, pelo telefone 08000 26 8877.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Encontro estadual quer ampliar uso da caderneta de saúde do adolescente


A saúde dos adolescentes e das adolescentes estará no centro das discussões entre gestores e profissionais das equipes de saúde da família dos 184 municípios nos dias 29 e 20 deste mês de junho, no auditório da Escola de Saúde Pública do Ceará, na Avenida Antônio Justa, 3161, Meireles, em Fortaleza. Nesses dois dias a Secretaria da Saúde do Estado realizará o Encontro Estadual Fortalecendo Direitos de Adolescentes: “a Caderneta na Agenda Proteger e Cuidar”. Um dos principais objetivos é a expansão da oferta e uso da caderneta de saúde do adolescente, elaborada pelo Ministério da Saúde e distribuída entre todos os estados e municípios  para servir de apoio num tempo da vida rico em descobertas e mudanças. A adolescência, como está definido no Estatuto da Criança e Adolescente, é o tempo da vida entre 10 e 19 anos de idade.  

A Caderneta de Saúde do Adolescente e a Caderneta de Saúde da Adolescente são documentos úteis, que além de dados pessoais, trazem dicas de como evitar doenças, destacando que “para curtir a vida e desenvolver todas as capacidades, é preciso ter muita saúde” e que “aprender a cuidar do próprio bem-estar físico, emocional, psicológico, espiritual e social é um dos desafios mais importantes para uma vida saudável”.  Nas cadernetas há  o calendário de vacinação, com as vacinas disponíveis para os adolescentes , entre elas a que previne contra a hepatite B e deve ser tomada em três doses. A segunda dose deve ser um mês após a primeira dose e a terceira dose seis meses após a primeira dose. Nas últimas páginas, as cadernetas,  que têm formato de bolso para facilitar a utilização e a acomodação nas bolsas e mochilas dos adolescentes, há um serviço com informações úteis, incluindo telefones e sites de serviços públicos.

Programação     
    
O “Encontro Estadual Fortalecendo  Direitos de Adolescentes: a Caderneta na Agenda Proteger e Cuidar” , que é resultado de uma série de oficinas já promovidas em diversas regiões e municípios, começará às 8h30min do dia 29. A saúde do adolescente e da adolescente será discutida em mesas redondas e painéis, com a participação de especialistas do Ministério da Saúde, da Secretaria da Saúde do Estado e das Coordenadorias Regionais de Saúde (CRES da Sesa).  A assessora técnica da área do adolescente do Ministério da Saúde, Maria da Guia de Oliveira, participará do encontro.    

Assessoria de Comunicação da Sesa
Selma Oliveira / Marcus Sá

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Fiocruz Amazonas descobre novo vírus que afeta crianças

Camila Carvalho / Ascom Fiocruz Amazonas

A doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazonas), Patrícia Puccinelli Orlandi, e o pesquisador do Laboratório de Medicina da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), Tung Gia Phan, descobriram um novo tipo de vírus que causa diarreia e paralisia flácida temporária nos membros inferiores de crianças de 0 – 5 anos de idade. O vírus também pode causar encefalite e levar a morte.

A partir da análise molecular das fezes de crianças com diarreia, atendidas em prontos-socorros de Manaus, os pesquisadores encontraram, pela primeira vez no Brasil, o vírus do gênero Gemycircularvirus que causa, além da diarreia, paralisia flácida temporária nos membros inferiores. A descoberta foi publicada em um artigo, em abril deste ano, na revista Virology, disponível para acesso público.

“A paralisia nos membros inferiores, ou seja, nas pernas, não é simplesmente a fraqueza que dá após longos períodos diarreicos. É uma paralisia total, com impossibilidade de andar por até duas semanas”, disse a pesquisadora da Fiocruz Amazônia.

Segundo Patrícia Orlandi, de 2007 a 2009, pesquisadores da Fiocruz Amazonas coletaram 1,5 mil amostras de fezes de crianças, de 0 a 10 anos, com diarreia atendidas no Hospital e Pronto Socorro João Lúcio e na Policlínica da Codajás (PAM Codajás), em Manaus, para analisar quais tipos de vírus e bactérias mais acometem as crianças na capital do Estado.

O estudo recebeu aporte financeiro do governo do Estado, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no âmbito do Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde (PPSUS).

“O pesquisador da Califórnia (Tung Gia Phan) viu nosso estudo e entrou em contato conosco solicitando 600 amostras para analisar com relação a novos tipos de vírus. Em cinco das 600 amostras ele encontrou o novo vírus do gênero Gemycircularvirus. Parece pouco, mas significa dizer que o vírus está circulando e que temos de melhorar o diagnóstico para que haja tratamento adequado e o quadro não se agrave”, disse Patrícia Orlandi.

Kit de diagnóstico

Diante dos resultados, Patrícia Orlandi informou que está iniciando um estudo para o desenvolvimento de um kit de diagnóstico rápido do vírus Gemycircularvirus. “Com o desenvolvimento de um kti para diagnóstico, auxiliaremos na vigilância epidemiológica de um vírus que é tão agressivo e que, até então, era desconhecido”, disse.


Patrícia Orlandi explicou que a transmissão do novo tipo de vírus é feita de forma focal/oral, ou seja, a partir do consumo de água contaminada com fezes contaminada. Atualmente, o diagnóstico só pode ser feito após a análise molecular das fezes do paciente. “Tentaremos descobrir, ainda, se o vírus está circulando na região Amazônica para diminuir a incidência de casos”, esclareceu a pesquisadora.